Volte.
Eu não ouvi direito.
Pare.
Não entendi ainda.
Espere.
Você vai escutar isso?
Eu penso que
nesse coração há lugar
para voltar atrás
Mas é sempre a mesma coisa,
uma voz me
dizendo:
" Se move,
seja livre,
ele não é seu tipo,
mude o som"
Modifique seu som
O que te move agora?
Isso te faz bem?
Moças,
conselho de amiga.
Sim, sim
Vocês querem ouvir...
Modifique seu som
Modifique seu som
Modifique seu som.
Esse não é um som com muita potência
Existem melhores
Acredite.
Esse não é um som com muita potência
Procure melhor e você achará.
Acredite.
Enquanto isso
eu vou te dizendo:
"Modifique seu som,
modifique seu som
modifique seu som!"
Oh, moça!
Preste atenção!
Ele olha para você pensando em um futuro,
mas você já está em um outro futuro, não é?
E ele não faz parte disso.
Então eu te digo:
"Modifique seu som,
modifique seu som,
você é livre com seu novo som."
p.s: isso parece uma música hahaha
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
sábado, 7 de agosto de 2010
Sonda-me, usa-me
Tomamos decisões
Queremos mudanças
Esperamos reviravoltas
Vamos embora?
Como seria se nunca mais nos fizemos?
Só pelas benditas fotos que a tecnologia nos possibilita postar...
Como você reagiria se eu fosse pra longe?
Eu estou indo p longe...
Eu quero ir pra longe...
E tudo vai dar certo
pq você vai me esquecer
eu vou te esquecer
vamos nos esquecer.
E contaremos para os mais novos
do primeiro amor que não deu certo
com uma lembrança doce...
pequena mais doce.
p.s: esse ficou péssimo..:/
Queremos mudanças
Esperamos reviravoltas
Vamos embora?
Como seria se nunca mais nos fizemos?
Só pelas benditas fotos que a tecnologia nos possibilita postar...
Como você reagiria se eu fosse pra longe?
Eu estou indo p longe...
Eu quero ir pra longe...
E tudo vai dar certo
pq você vai me esquecer
eu vou te esquecer
vamos nos esquecer.
E contaremos para os mais novos
do primeiro amor que não deu certo
com uma lembrança doce...
pequena mais doce.
p.s: esse ficou péssimo..:/
sábado, 2 de janeiro de 2010
E eu fiz de tudo pra você perceber...
Peguei o violino e o coloquei em meus ombros, o arco já estava entre meus dedos e rapidamente encostei a crina nas cordas. Com pequenos stacattos na corda solta comecei a melodia, meus dedos moviam-se em harmonia e a caixa produzia uma ressonância jamais vista, estava criando algo que nem eu pensei ser capaz de produzir. Diminui o andamento e a melodia saía como um choro melancólico que invadia a sala e inundava os comodos do meu apartamento, meu coração disparou. Tinha certeza que não era eu a guiar aquele arco. Eu e o violino estávamos em sintonia, ele estava me guiando, eu sabia e deixava. Os movimentos aceleraram entrando em um Allegro. Meu corpo se inclinava para um lado e para o outro para ajudar na composição. Não sei quanto tempo parmaneci naqueles movimentos, mas sem perceber acabou, meu braço continuou parado sobre as cordas. Eu não sabia como havia produzido aquilo, mas tinha certeza que não conseguiria novamente.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Acordando e escrevendo
Eu não consigo me envolver com bocas desconhecidas e segurar mãos nunca observadas, deve ter envolvimento e estranhamente total emoção. Talvez eu seja algo completamente fora dos padrões atuais. Ontem mesmo me perguntaram pq eu ainda estava solteira, "Pq o lance é ficar, não é?". Eu realmente não acreditei qd escutei aquilo. Deve ter envolvimento, deve ter carinho, deve ter paixão e pricipalmente amor . É quando a única coisa que vc deseja esta naquela pessoa e nada mais. Não engane ninguém, isso magoa e destrói.
Se você ainda a quer lute por ela não se acomode. Talve ela ainda o deseje, talvez não, quem vai saber?
O principal é você ter certeza que fez tudo para estar com ela e se não deu certo, você vai ter a certeza que tentou, pelo menos.
Se você ainda a quer lute por ela não se acomode. Talve ela ainda o deseje, talvez não, quem vai saber?
O principal é você ter certeza que fez tudo para estar com ela e se não deu certo, você vai ter a certeza que tentou, pelo menos.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Antes de tudo
Observava pela janela e acabei caindo na maior das minhas confusões. O envolvimento era diferente eu sabia, e eu não nutria esperança nesse futuro. Não havia esperança. Demoraria muito tempo, exercitaria muita paciência e muita luta. " Não valia a pena", já escutara essa frase antes e naquela época eu também chegara a conclusão que não valia, mas eu queria que valesse. E por isso, ansiava pelo dia seguinte por alguma mudança inesperada.
Mensagens de futuro? Isso me confundia horrores, que droga.
O quanto deveria me envolver? Nenhuma resposta.
"Licença?" pediu uma senhora que desejava se sentar no banco ao lado do meu.
"Claro!", respondi.
Observei o onibus por alguns segundos e antes que aquele devaneio anterior retornasse peguei rapidamente o diapasão que ficava no bolso da blusa da escola, bati no meu pulso e imediatamente estava solfejando a escala de Ré M, algumas pessoas me olhavam assustadas por escutarem algumas notas em que murmurava, mas isso não importava para mim.
" Onde está a policia nessas horas?"
Fui tirada do meu estudo rapidamente.
" Desculpa, o que disse?", perguntei não querendo ser indelicada.
Ela apontou para fora, para o outro lado da rua.
E imediatamente eu esqueci o que estava cantando, esqueci o lá.
Ele estava sentado em um degrau de uma loja de imóveis, estava posicionado de forma a conseguir ficar longe do Sol que a cada hora se aproximava mais de sua pele. Não tinha uma aparência saudável, sua magreza não era apenas falta de comida, mas também de compaixão. Seus ossos apontavam para fora de sua pele como se fossem rasga lá a qualquer momento, o corpo estava imundo. Sentado o menino observava as pessoas que passavam , mas ninguém sentia a presença dele, nem o olhavam. Abaixou a cabeça e começou a brincar com seus dedos do pé, e riu.
Será que eu era a única pessoa que se perguntava sobre a história dele? Qual era o seu nome? O que fazia ali? O onibus andou, mas eu sentia em meu peito a necessidade de fazer algo, eu tinha que mostrar que existiam pessoas que ainda acreditavam no bem de cada um! Então, ao chegar em casa, escrevi o primeiro capítulo da história daquele garoto, baseando se apenas na minha imaginação e no que acreditava.
E assim começa a história.
Mensagens de futuro? Isso me confundia horrores, que droga.
O quanto deveria me envolver? Nenhuma resposta.
"Licença?" pediu uma senhora que desejava se sentar no banco ao lado do meu.
"Claro!", respondi.
Observei o onibus por alguns segundos e antes que aquele devaneio anterior retornasse peguei rapidamente o diapasão que ficava no bolso da blusa da escola, bati no meu pulso e imediatamente estava solfejando a escala de Ré M, algumas pessoas me olhavam assustadas por escutarem algumas notas em que murmurava, mas isso não importava para mim.
" Onde está a policia nessas horas?"
Fui tirada do meu estudo rapidamente.
" Desculpa, o que disse?", perguntei não querendo ser indelicada.
Ela apontou para fora, para o outro lado da rua.
E imediatamente eu esqueci o que estava cantando, esqueci o lá.
Ele estava sentado em um degrau de uma loja de imóveis, estava posicionado de forma a conseguir ficar longe do Sol que a cada hora se aproximava mais de sua pele. Não tinha uma aparência saudável, sua magreza não era apenas falta de comida, mas também de compaixão. Seus ossos apontavam para fora de sua pele como se fossem rasga lá a qualquer momento, o corpo estava imundo. Sentado o menino observava as pessoas que passavam , mas ninguém sentia a presença dele, nem o olhavam. Abaixou a cabeça e começou a brincar com seus dedos do pé, e riu.
Será que eu era a única pessoa que se perguntava sobre a história dele? Qual era o seu nome? O que fazia ali? O onibus andou, mas eu sentia em meu peito a necessidade de fazer algo, eu tinha que mostrar que existiam pessoas que ainda acreditavam no bem de cada um! Então, ao chegar em casa, escrevi o primeiro capítulo da história daquele garoto, baseando se apenas na minha imaginação e no que acreditava.
E assim começa a história.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Todas as oportunidades para contar...
Ó fenda que dilacera meu peito aturdido, machuca e fere este coração maltratado, não me deixe ser um mero mortal que habita este corpo levado pelas emoções! Que aflore em mim a razão, sacrifique a incerteza e transforme em sabedoria para que um dia eu possa compreender sobre o pouco que ainda resta entre nós!
A verdade nunca foi nossa, seu oposto saía de nossos lábios tentando afirmar o que queríamos sentir, o que nunca sentimos. E agora só nos resta lamuriar pelo não vivido, não alcançado, por nossas mãos que juntas andavam.
O tempo maltrata, corrói, destrói deixando nos a mercê dos outros.
Mesmo com o coração implorando por novos encontros, eu ainda luto para acreditar que seus lábios nos meus lábios não mais se juntarão e minha mão não afagará mais seus cabelos finos.
O sentimento que antes implorávamos para criar e que trazia calafrios a minha pele não sairá de meu peito, estará guardado no mais oculto espaço onde nem eu, dona do meu corpo, serei capaz de encontrar.
E assim, imploro para novamente ser capaz de construir o mais bonito sentimento que é amar.
A verdade nunca foi nossa, seu oposto saía de nossos lábios tentando afirmar o que queríamos sentir, o que nunca sentimos. E agora só nos resta lamuriar pelo não vivido, não alcançado, por nossas mãos que juntas andavam.
O tempo maltrata, corrói, destrói deixando nos a mercê dos outros.
Mesmo com o coração implorando por novos encontros, eu ainda luto para acreditar que seus lábios nos meus lábios não mais se juntarão e minha mão não afagará mais seus cabelos finos.
O sentimento que antes implorávamos para criar e que trazia calafrios a minha pele não sairá de meu peito, estará guardado no mais oculto espaço onde nem eu, dona do meu corpo, serei capaz de encontrar.
E assim, imploro para novamente ser capaz de construir o mais bonito sentimento que é amar.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Uma confusão maior ainda
São conversas,
são sussurros,
pequenos vislumbres do olhar.
Uma voz que ecoa pela minha caixa de som,
querendo me enfeitiçar.
Ela atravessa direto tentando me confundir
entre razão e amar.
E todas as manhãs
eu tento descobrir
como ele irá acordar
quando ali eu chegar.
Para lhe dizer
que eu só tenho esperado
o momento exato de lhe explicar
que eu não sei amar.
P.s: A confusão ainda não acabou =/
são sussurros,
pequenos vislumbres do olhar.
Uma voz que ecoa pela minha caixa de som,
querendo me enfeitiçar.
Ela atravessa direto tentando me confundir
entre razão e amar.
E todas as manhãs
eu tento descobrir
como ele irá acordar
quando ali eu chegar.
Para lhe dizer
que eu só tenho esperado
o momento exato de lhe explicar
que eu não sei amar.
P.s: A confusão ainda não acabou =/
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